Eu quase menti sobre a fantasia de ser,
Eu quase chorei sobre a sombra da felicidade,
Eu quase me desfiz sob as luzes da sanidade,
Eu jamais quis ser santo sonhador que ama, realidade.
Eu sempre tentei repetições, padrões e mais padrões,
Sinto se esvair, cair, sorrir, sinto chorar, olhar, buscar,
O que eu não sinto é a realidade de um amor,
Que por ora é fogo outrora dor.
Eu nunca vi semente de vida,
Nunca testemunhei milagres,
Amores que vêem amores que partem,
Amores que apenas são.
Atento a tudo o que vi, vivi e senti,
De tudo que plantei e colhi,
De rimas forçadas e de cores desbotadas, de padrões,
Sombras e conselhos não dados.
Nunca vivi ou morri de amor, sempre sorri
Por felicidade ou por dor,
Só por bel-prazer sonhei em sonhar que você existe
Que toda minha vida não é triste.
Vem me salvar de mim mesmo, antes que o tempo termine
Antes que eu super estime a realidade que criei pra mim, o fim.
PS: por te amar demais perco a rima e esqueço todas as palavras. por te amar demais esqueço o que eu tenho a dizer, o que eu quero fazer, o que eu quero sonhar. por te amar demais eu perco a sanidade, eu perco tempo, esqueço a realidade. mas de tudo isso o que eu não consigo esquecer, perder ou similar, é que te amo demais para me importar com o que se passa na minha mente. tudo vale, por te amar demais. Ao meu amor, meu bebê, com todo o meu amor.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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