Eu olhei, mas não te vi,
Encontrei-me numa sala de espelhos,
E para todos os lados eu te via, mas nenhuma delas era você,
Ao tocar na face fria dos espelhos não te senti.
Pacifica, imóvel, me olhando, observando,
Em todos os movimentos seus olhos me seguiam,
Desmoronei, acordei no vazio,
As lembranças, as imagens se moviam.
Me entreguei, não era isso que eu queria,
Não te tenho, desejei,
Uma noite, um dia, um minuto, nada mais.
De agora em diante, nessa busca constante,
De achar uma saída dessa sala de espelhos,
Espero que tudo acabe. Ilusão.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
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