Somos homens, e como homens, devemos tomar conhecimento de tudo que nos circunda e nos envolve. Somos seres humanos dotados de sabedoria, virtudes e defeitos. Podemos não ser de verdade, podemos apenas fazer parte de um plano intermediário, e sendo assim, seremos apenas manipulados por fios invisíveis que nós não percebemos, mas que estão lá. Quem nos manipula? Eu definitivamente não sei, mas posso supor que quem nos manipula são os que estão a nossa volta, pois se partirmos do pressuposto de que eles agem, nós reagimos, eles atacam, nós nos defendemos e devolvemos quando podemos, tudo se encaixa. Mas existem exceções, existem aqueles que nos atacam, nos atingem com a pior das verdades, e nós apenas ouvimos, abaixamos a cabeça e fazemos isso de lição.
Com o tempo, nós, pessoas, ao nos desenvolver aprendemos a discernir, diferenciar, cada momento. Aprendemos a crescer, a escolher e perceber o momento certo de brincar, de reclamar, de sorrir, de chorar. Sendo que por isso, em algumas ocasiões, nós temos que guardar sentimentos para não ferir os outros. Fazemos isso? Nem sempre, nos resvalamos pelas encostas úmidas e nos perdemos dentre nossas idéias, quando percebemos já é tarde demais. Aprendemos com isso? Depende, possuímos três opções: Opção um: Fingimos que nada aconteceu e levamos; Opção dois: Pedimos desculpas e levamos aquilo sempre como se nada tivesse acontecido e não repetimos o mesmo erro; Opção três: Não pedimos desculpas, não fingimos que nada aconteceu, apenas bancamos crianças, e debilmente nos igualamos as mesmas, mas com uma pequena diferença: elas não têm maturidade pra perceber o erro.
Ao crescer, construímos monstros e culpamos os nossos criadores: pois papai não me deixava fazer isso e o pai de fulano deixava; mamãe não me deixava chegar tarde e a mãe de cicrano deixava. O que fazemos ao nos comparar é nos diminuir e não admitir que fazemos, construímos, vivemos, da forma que a gente quer. A culpa nunca é dos outros, a culpa é sempre nossa, devemos pensar dessa forma e olhar para dentro de nós mesmos e admitir a culpa, a imaturidade e a falta de sinceridade, fazendo isso, pra mim, é se tornar grande, adulto. Uma vez que você passa a observar a culpa dos outros, ao invés da sua, isso vai se acumulando e nos tornamos pessoas amarguradas, por não admitir quem realmente somos. Sendo assim, sem perceber, acabamos deixando de lado tudo que poderíamos ter saboreado de uma maneira melhor.
Não somos perfeitos, lembrando que somos pessoas, apenas pessoas.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Somos apenas pessoas.
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adoro esse!
ResponderExcluirConcordo totalmente!!!
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